Rescaldo do jogo: “Já sabíamos que o Benfica colocava muita gente na última linha, que tínhamos de ter capacidade de defender muito e bem porque era impossível vir aqui ser competente e competitivo sem assumirmos, que o favoritismo estaria sempre do lado do Benfica. Teríamos de ter uma capacidade muito grande para estar em campo e foi o que fizemos. Quando tínhamos de defender conseguimos defender com cinco homens e ainda tivemos de meter os médios a entrar para dentro da linha porque o Barreiro estava constantemente a fazer movimentos de rutura. Quando tivemos bola, mantivemos a nossa identidade, personalidade e conseguimos tirar muito tempo de bola ao Benfica, não quer dizer que conseguíssemos chegar muitas vezes às zonas de finalização, mas conseguimos ganhar algum conforto com essas posses mais prolongadas.”
Melhorias a olhos vistos: “Se formos a ver o último jogo a nível de domínio e oportunidades foi muito mais avassalador e não conseguimos vencer. No futebol contam os pontos que temos e as bolas que entram. São indicadores que estamos a fazer bem as coisas e hoje é um indicador pela forma que conseguimos competir de igual para igual, embora com estratégias diferentes.”
Pontos positivos a retirar: “Estamos tristes e desiludidos com o que temos conquistado a nível de pontos nos últimos jogos, mas conscientes de que aquilo que estamos a fazer está a ser bem feito. Ainda hoje, perante um adversário desta qualidade e o público, que consegue colocar uma envolvência mais favorável ao Benfica, nós conseguimos ter a personalidade que tivemos, dá-nos bons indicadores para o futuro.”