O Casa Pia, na primeira parte, teve as melhores oportunidades de golo

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Análise da partida: “Olhando para o jogo todo, este resultado é demasiado dilatado para aquilo que se passou em campo. Estamos a falar de um Casa Pia que, na primeira parte, teve as melhores oportunidades de golo. Estamos a falar de um Casa Pia que fez 17 remates contra 15, que fez cinco enquadrados contra quatro e que viu o guarda-redes não fazer uma única defesa durante o jogo todo. Foram dois golos de canto, um golo de penálti e depois uma execução de excelência no golo do Porto. Saímos daqui algo frustrados com o resultado, mas contentes com aquilo que vimos e fomos vendo no jogo, tal como acabou de dizer, com uma boa exibição. E é aí que reside a frustração: fazer uma boa exibição, olhar para o Porto e sentir que podíamos ter levado daqui pontos e não termos conseguido efetivar essa vantagem que tínhamos no jogo.”

União a crescer: “Já tínhamos falado na semana passada. Sentimos isso na segunda parte frente ao Moreirense, sentimos muito em Guimarães e sentimos hoje aqui. Portanto, estamos a falar destas duas últimas equipas, equipas que lutam por outros objetivos que não os nossos, mas a ideia de vitória nunca nos pode abandonar e essa acho que está cada vez mais presente, está mais vincada. E, depois de ver estes jogos, acho que vamos fazer coisas muito bonitas.”

Processo importa: “Agora, claro que vitórias morais valem o que valem. Olhamos para o processo: gostamos do processo, os jogadores compraram a ideia, estamos a trabalhar bastante para ter exibições como a que fizemos hoje e, sim, mais tarde ou mais cedo, vamos fazer pontos e fazer mais pontos do que aquilo que fizemos até agora. É para isso que trabalhamos e é nisso que acreditamos.”

Importância de vencer antes da pausa: “Não há nenhum clube que não queira ganhar, não há ninguém que não queira ganhar. E nós, mostrando aquilo que mostrámos na segunda parte frente ao Moreirense, em Guimarães e hoje aqui, estamos muito mais próximos de ganhar, com a agressividade que tivemos, com o desempenho que tivemos e com o envolvimento que tivemos com o jogo. Não só do ponto de vista tático, mas muito do ponto de vista mental, do ponto de vista da nossa entrega àquilo que é o jogo e os duelos no jogo.”

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